26 de fevereiro de 2009

PECAR DEPOIS DA SALVAÇÃO

"De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?
(Romanos 6.2).
Quando compreendemos o fundamento da salvação (a cruz de Cristo) e a segurança eterna que produz, a pergunta inevitável é: então podemos pecar livremente?. A resposta de Paulo para essa idéia errada é clara: "De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele" (Rm 6.2).

O
pecado é maldição para todos os crentes. Nosso novo relacionamento como filhos de Deus deve alterar radicalmente nossa visão do pecado e nossa participação nele. Por quê? Embora a penalidade do pecado, que é a morte, tenha sido removida do cristão, o pecado ainda tem sérias consequências para aqueles que se ocupam com ele.
  • O adúltero é repudiado por sua família.
  • O pai violador verá o sofrimento dos filhos emocionalmente prejudicados.
  • Cada um colhe o que semeia (Gl 6.7).
Essa lei vigora tanto para cristãos quanto para incrédulos. As consequências do pecado são tão graves como sempre foram. Embora o cristão não vá sofrer a morte eterna, poderá ter na terra uma vida morta se pecar habitualmente.

Quando pecamos, nos colocamos sob a disciplina do Senhor, que pode ser dolorosa, embora ele a administre com mão amorosa, sem ira. O pecado é sempre destrutivo, não há meio de sair ileso dele.

Perdoa-me os pecados, querido Senhor. Purifica-me. Liberta-me.
Ajuda-me a não me colocar de novo
sob o jugo da escravidão.

(Charles Stanley. Em Sua Presença, p. 197)

25 de fevereiro de 2009

ERREI O ALVO!

Você não tem a obrigação de acertar. Não na primeira vez nem na segunda. Nem na terceira. Mas, inevitavelmente, em uma tentativa acertará se continuar perseverando. Essa obrigação você tem: não desistir! Vejamos dois pequenos casos ilustrativos num universo onde existem muitos exemplos.
A calça jeans não se transformaria no maior símbolo da moda jovem se o seu criador não tivesse refletido sobre o sr. Fracasso e perseverado com ele. Por volta de 1850, o imigrante alemão Levi Strauss em vão tentou vender um tecido grosso para confecções da época. Conseguiu um amontoado de lona encalhada que usou para fabricar calças de trabalho para os mineradores. Essa história não é conhecida por muitos, mas o resultado é: foi o início da calça jeans, hoje presente no cotidiano de muitas pessoas: crianças, jovens, adultos e idosos. Foi um erro que deu certo.

"A diferença entre a grandiosidade e a mediocridade
está freqüentemente em como o indivíduo enxerga o erro."
Nelson Boswell

O Viagra também não foi concebido originalmente com a função de auxiliar o processo masculino de ereção; antes, o objetivo do dr. Louis Ignarro era descobrir as propriedades benéficas da utilização do ácido nítrico no tratamento de doenças cardiovasculares, hipertensão e colesterol. Suas descobertas iniciaram uma avalanche de pesquisas científicas sobre os benefícios do tratamento farmacológico das patologias cardiovasculares e abriram caminho para a produção do Viagra, o remédio revolucionário que combate a impotência masculina. Um erro que deu certo conduziu o dr. Louis Ignarro a receber o prêmio Nobel de Medicina em 1998.

Quem conseguiu levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima é prova vivente de que o fundo do poço tem trampolim, sim!

"O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o intusiasmo." Winston Churchill

(Delair Zermiani. Tajetória de Sucesso, p. 75-76)

ENSAIO SOBRE A VISÃO

[...]
A
Bíblia Sagrada fala da experiência espiritual cristã como "passagem das trevas para a luz" e anuncia a irrupção do Reino de Deus na pessoa de Jesus. A descrição é clara: "O povo que estava em trevas viu uma grande luz" [cf. 1Pedro 2.9]; e, por essa razão, "aqueles que seguem a Jesus não andam em trevas" [Efésios 5.8]. Quem nasceu de novo, isto é, recebeu o toque do Espírito Santo e acolheu o reinado de Deus em sua vida foi iluminado e passou a ver, como o cego curado por Jesus: "Eu era cego, agora vejo" [João 9.25].
Cristo disse que o olho é a lâmpada do corpo . Assim, se você tiver um olho bom, todo o seu corpo será repleto de luz; mas se tiver um olho mau, tudo em você estará repleto de escuridão . E, continua o Mestre, "caso a luz que está em você seja escuridão, quão terrível será essa escuridão" [cf. Mateus 6.22-ARA]. No judaísmo, "ter um olho bom", um ayin tovah, significa ser generoso; e ter "um olho mau", ou ayin ra'ah, significa o contrário - ser mesquinho. A cegueira é comparada ao egoísmo; a visão, à solidariedade, à compaixão e também à auto-doação voluntária e ao serviço abnegado. Enxergar é servir. Andar na luz é praticar as boas obras, preparadas de antemão para que andássemos nela [cf. Efésios 2.10], e sem as quais a fé é morta.
Contrariando o dito popular que afirma que o pior cego é aquele que não quer ver, podemos crer que a pior cegueira é a cegueira da cegueira. Quem transforma a fé em Cristo numa crença inconseqüente é cego que pensa que vê. E é cego de sua própria cegueira, o que faz dele o pior dos cegos. A distância entre a cegueira e a visão é a mesma que separa a indiferença do engajamento. Quem recebe a graça de ver recebe a missão de servir (grifo do autor do blog).

(Ed René Kivitz. Revista Cristinismo Hoje, Ed. 8 - ano II, p.45)

"Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor" (Efésios 5.8-10-NVI).


24 de fevereiro de 2009

23 de fevereiro de 2009

DESVENDANDO O MISTÉRIO DA VIDA

Há 150 anos, Charles Darwin transformou a ciência com a Teoria da Evolução Natural. Hoje, esta teoria enfrenta um desafio incomparável. O Projeto Inteligente acendeu uma candeia tanto de descoberta quanto de intenso debate sobre a origem da vida na terra, e por um grupo maior de cientistas, representa um paradigma, uma idéia com o poder de mais uma vez redefinir as bases de pensamento científico. Durante o século XIX os cientistas acreditavam que havia duas entidades fundamentais: a matéria e a energia. Mas, ao entrarmos no século XXI, há uma terceira e fundamental entidade que a ciência tem a obrigação de reconhecer, a qual é a INFORMAÇÃO.
Assim, ao encontrarmos a biologia da era da informação, cresce a suspeita de que o que vimos na molécula de DNA é realmente obra de uma mente, obra de inteligência, algo que só pode ser explicado pelo projeto inteligente. Assista o vídeo sobre o assunto acessando o site abaixo:

http://ubeblog.ning.com/video/desvendando-o-misterio-da-vida

20 de fevereiro de 2009

A BÍBLIA É SEMPRE NOVA E INESGOTÁVEL

O mundo hoje é melhor devido à influência da Bíblia. Mesmo os próprios inimigos desse livro admitem que nenhuma obra literária em toda a história da humanidade teve tamanha influência para o bem, como a Bíblia. Eles reconhecem o seu efeito sadio na civilização... Disse o grande comentador devocional da Bíblia, Dr. F. B. Meyer: "O melhor argumento em favor da Bíblia é o caráter que ela forma".

O tempo não afeta a Bíblia. É o livro mais antigo do mundo e, ao mesmo tempo, o mais moderno. Em mais de 20 séculos, o homem não pode melhorá-la! Se a Bíblia fosse de origem humana, é claro que em 20 séculos, ela há muito estaria desatualizada. Uma vez que o homem moderno se jacta de tanto saber, era de esperar que já tivesse produzido uma Bíblia melhor! Para mim isto é uma evidência de a Bíblia ser a Palavra de Deus! Tendo em vista o vasto progresso alcançado pelo homem, especialmente nos dois últimos séculos, só podemos dizer que, se ele não produziu um livro melhor para substituir a Bíblia, é porque não pôde. Muitos reclamam por não ser estritamente científica a linguagem da Bíblia. Ora, a Bíblia trata primeiramente da redenção da humanidade. Além disso, termos científicos mudam ou ficam para trás à medida que a ciência avança. Sempre temos termos novos na ciência.

A Bíblia nunca torna-se um livro antigo [ou ultrapassado], apesar de ser cheia de antiguidades! Ela é tão hodierna como o dia de hoje. Sua mensagem milenar tanto satisfaz a criança, como o ancião encanecido. A Bíblia pode ser lida vezes sem conta, sem se poder sondar todas as suas profundezas e sem que o leitor perca por ela o interesse. Acontece isso com os demais livros? Quem já se cansou de ler João 3.16; Salmos 23, 91; Romanos 12; 1Coríntios 12,13? É que cada vez que lemos tais passagens (para não falar nas demais), descobrimos coisas que nunca tínhamos visto antes. Depois de quase 2.000 anos de escrito o último livro da Bíblia, a impressão que se tem é de que a tinta do original está apenas secando...

Até os fins dos tempos [quando Jesus voltar], o velho e precioso Livro continuará a ser a única resposta às indagações da humanidade a respeito de Deus e do homem. Nos seus milhares de anos de leitura, a Bíblia nunca foi esgotada por ninguém, mesmo pelos cérebros mais gigantescos.

Na alma de cada pessoa que aceita a Jesus como salvador, o Espírito Santo põe a certeza quanto à autoridade da Bíblia. É uma coisa automática. Não é preciso ninguém ensinar isso. Quem de fato aceita a Jesus, aceita também a Bíblia como a Palavra de Deus, sem argumentar (p. 98).

(Antonio Gilberto da silva, A Bíblia, p. 98-104)

"De fato, até o dia de hoje, quando Moisés é lido, um véu
cobre os seus corações.
Mas quando alguém se converte ao Senhor,
o véu é retirado.
Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor,
ali há liberdade
[ou libertação] (2Co 3.15-17 -NVI).

A EXISTÊNCIA DE DEUS

Todas as pessoas de qualquer lugar têm uma profunda intuição íntima de que Deus existe, de que são criaturas de Deus e de que ele é seu Criador. Paulo [o apóstolo] diz que mesmo os gentios descrentes tinham "conhecimento de Deus", mas não o honravam como Deus nem lhe eram gratos (Rm 1.21). Diz ele que os descrentes ímpios "mudaram a verdade de Deus em mentira" (Rm 1.25), dando a entender que ativa ou obstinadamente rejeitaram alguma verdade sobre a existência e o caráter de Deus que já conheciam. Paulo diz que "o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles" e acrescenta que isso acontece "porque Deus lhes manifestou" (Rm 1.19).

Paulo também reconhece que o pecado faz as pessoas negar seu conhecimento de Deus; ele fala daqueles que "detém a verdade pela injustiça" (Rm 1.18) e afirma que os que agem assim são "indesculpáveis" pela negação de Deus (Rm 1.20). Uma série de verbos na voz ativa indica que se trata de uma detenção (supressão) obstinada da verdade (Rm 1.23,25,28,32).

Na vida do cristão essa íntima consciência de Deus se torna mais forte e mais distinta. Começamos a conhecer a Deus como nosso amoroso Pai celeste (Rm 8.15), o Espírito Santo nos dá testemunho de que somos filhos de Deus (Rm 8.16) e passamos a conhecer um Jesus Cristo vivo no nosso coração (Ef 3.17; Fp 3.8,10; Cl 1.27; Jo 14.23). A intensidade dessa consciência num cristão é tal que, mesmo sem jamais termos visto nosso Senhor Jesus Cristo, de fato o amamos (1Pe 1.8).

O mundo também dá farto testemunho de Deus. Paulo diz que a eterna natureza e divindade de Deus são claramente percebidas "por meio das coisas que foram criadas" (Rm 1.20). Essa vasta referência às "coisas que foram criadas" sugere que em certo sentido toda coisa criada evidencia o caráter de Deus. No entanto, é o próprio homem, criado à imagem de Deus, que mais fartamente dá testemunho da existência de Deus: sempre que encontramos outro ser humano, devemos (se nossa mente raciocina de forma correta) perceber que essa criatura viva incrivelmente complicada, habilidosa e comunicativa só poderia ter sido criada por um Criador infinito e onisciente.

Assim, para aqueles que avaliam corretamente as evidências, tudo o que há nas Escrituras e tudo o que há na natureza provam claramente que Deus existe e que ele é o Criador potente e sábio descrito pela Bíblia. Portanto, quando cremos que Deus existe, baseamos nossa crença não em alguma cega esperança alheia a qualquer evidência, mas numa estonteante quantidade de provas confiáveis encontradas nas palavras e nas obras de Deus. A verdadeira fé caracteriza-se com confiança baseada em evidências fidedignas, e a fé na existência de Deus tem tal característica. Além disso, essas evidências todas podem ser consideradas provas válidas da existência de Deus, ainda que algumas pessoas as rejeitem. Isso não significa que a evidência é inválida em si mesma, mas somente que aqueles que a rejeitam avaliam-na incorretamente.

O valor dessas provas, então, reside principalmente na superação de algumas objeções intelectuais dos descrentes. Elas não conseguem levar os descrentes à fé salvadora, pois isso vem pela fé no testemunho das Escrituras [Rm 10.17]. Mas podem ajudar a superar as objeções dos descrentes e, para os crentes, proporcionar mais evidências intelectuais de algo de que já foram convencidos com base na sua própria intuição íntima de Deus e no testemunho bíblico.

(Waine Grudem, Teologia Sistemática, p. 97-100)